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[PS4] Batman Arkham Knight: Captura do Vagalume

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O Vagalume está pondo fogo em Gotham. Isso não é bom. Batman deve perseguí-lo e capturá-lo. Mas como, se o sujeito está em uma engenhoca voadora? A técnica é acelerar o Batmóvel e, quando estiver próximo dele, ejetar e agarrá-lo no ar.

Cara, quando vi essa essa descrição achei que seria impossível e de fato tive muita dificuldade, especialmente o último de três “agarrões” necessários. O Vagalume é muito rápido e muda de direção de forma aleatória. Ficar de olho nele e ao mesmo tempo acelerar pelas ruas apertadas e tarefa complexa.

Eu joguei muitas vezes antes de obter êxito. A dica é acompanhá-lo por um tempo, mantendo atenção na cor da fumaça que sai da máquina voadora ele. Quando a fumaça fica escura (preta com faíscas), é a hora de ejetar. Essa missão pede prática e paciência.

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Narcos - 2ª Temporada: Pablo Escobar provando que nem mesmo Deus deveria ser tão poderoso

Ontem tive dificuldade para dormir. Era meia noite e dezessete quando fui pra cama. Tinha acabado de assistir ao último episódio da segunda temporada da Narcos. Normalmente as séries... Leia mais.

[PS4] Batman Arkham Knight: Libertando a Mulher-Gato no Desafio do Charada

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Os desafios do Charada são insanos. Não só pela dificuldade de alguns, mas pela quantidade. Eu heroicamente consegui vencer boa parte deles, mas as outras centenas não. Por isso dificilmente ganharei o Troféu de Platina.

Mas tenho o orgulho de ter vencido um dos principais, que servem para salvar a Mulher-Gato. O Charada colocou uma coleira de explosivos na Selina e cabe ao Batman ajudar a resolver os enigmas que a salvarão.

Mas não basta inteligência, os desafios necessitam de muita habilidade com o Batmóvel. Esse aí do vídeo é muito chato. Fiz muitas tentativas antes de conseguir a volta perfeita. E olha que nem foi tão perfeita assim. Mas funcionou, isso é o que importa.

O segredo aqui é achar o ponto exato que o Batmóvel deve passar para vencer as barreiras físicas e principalmente as gravitacionais. Andar pelas paredes desviando de obstáculos era até então inédito pra mim.

[PS4] Batman Arkham Knight: Destruindo Blindados

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Não vou mentir para você. Andar no Batmóvel é muito difícil. Pelo menos pra mim, que só jogo socialmente. Olha aí o vídeo. Eu parecia que estava bêbado, batendo em tudo.

O objetivo dessa missão é destruir todos os blindados espalhadas por Gotham. Molezinha? Alguns até foram. Mas os últimos foram bem complicados.

O segredo aqui é soltar os mísseis no primeiro sinal de mira. Não tenha pena de acelerar. Eu tentei destruir alguns usando o próprio Batmóvel, pois isso dá um troféu específico.

[PS4] Batman Arkham Knight: Porrada

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Arkham Knight é um jogo do Batmóvel. Ponto. Tudo nele gira em torno do novo veículo do Homem-Morcego. Conquistar o Troféu de Platina sem dominar esse equipamento é impossível.

Porém, o jogo tem excelentes momentos para você soltar a porrada. A jogabilidade no corpo-a-corpo é excelente, permitindo você intercalar chutes, socos e muita movimentação.

Um dos momentos que mais requer o uso das habilidades do Morcego é no salvamento aos bombeiros. Um vilão sequestrou uma brigada inteira dos bombeiros de Gotham e a missão é salvá-los, descobrindo assim quem estava por trás disso.

O vídeo aí trás apenas uma pequena demonstração de como o jogo é legal. Uma mistura perfeita de teatralidade e liberdade de movimentos. O difícil é superar esses drones a laser, mas com um pouco de paciência você evolui tranquilo.

[PS4] Batman Arkham Knight: Desarmando minas do Exterminador com o Batmóvel

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@danielcbranco Sou muito fã dos heróis da DC. Gosto do lado filosófico e social das histórias. Então conquistar o Troféu de Platina chamado “I AM BATMAN” é uma jornada especial. Mas o jogo se mostrou bem difícil pra mim.

São diversas tarefas complexas para um jogador não habitual. Em diversos momentos parei completamente o jogo para respirar um pouco e só então voltar. Voltei porque o jogo vale a pena. A jogabilidade e riqueza cultural da história são absurdas.

Mas Arkham Knight não é um jogo para admirar, é preciso praticar. Ganhando experiência os movimentos e reflexos tornam-se mais fluidos. Um exemplo é op troféu envolvendo o Exterminador.

O vilão armou diversas minas por Gotham City. Tenho que usar o Batmóvel para desarmá-las. Mas antes, preciso derrotar uma série de tanques inimigos. A dica é contaminar o inimigo com um vírus verde. Isso traz o inimigo para meu lado, facilitando a tarefa de combate.

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O verdadeiro ouro olímpico do Thiago Braz

Copyright: Paul Gilham/Getty Images
Eu e minha família ficamos emocionados com a medalha de ouro do @ThiagoBrazPV no Salto com Vara na #Rio2016. Por tudo que essa conquista representou: quebrando o recorde olímpico, competindo diante da família, suportando a pressão de um país, lutando contra fortes adversários. Thiago Braz transformou-se em herói nacional, símbolo de inspiração para jovens e adultos. Ele nos mostrou que é possível superar limites e enfrentar os piores adversários sem medo e com humildade!

Mas existe um outro aspecto que me chamou atenção: a reação do francês Renaud Lavillenie, então atual campeão olímpico. Logo após saltar 5,98 metros, ele riu quando o brasileiro decidiu elevar o sarrafo e ir direto para os 6,03 metros. O resultado todos viram. Thiago deu um salto perfeito e tomou o primeiro lugar. Visivelmente incrédulo, o francês foi para sua última chance. Demonstrando falta de espírito esportivo, fez sinal negativo com o polegar para a platéia que ainda estava em êxtase. O francês, claro, não conseguiu superar o sarrafo. Logo depois em entrevista reclamou que a torcida o prejudicou.

O comportamento de Lavillenie é muito comum. As pessoas em geral têm uma tendência a não assumir responsabilidade por erros. Antes mesmo do fim, agarramos um bode expiatório. Deixamos as desculpas prontas para caso haja necessidade. Pode ser um juiz que não ajudou, o clima atípico, o equipamento errado, a falta de tempo, os fantasmas do passado. Terceirização da culpa é uma característica da nossa personalidade desde a infância.

Porém, uma das coisas que torna o ser humano especial é justamente sua capacidade de lutar contra os instintos. Assumir a responsabilidade por um erro acaba se tornando um momento especial de aprendizagem, crescimento e evolução. Outro dia um guarda de trânsito da cidade de Pedro II, Piauí, foi flagrado furando o pneu de um carro¹. Em texto no Facebook ele assume a responsabilidade e as consequências. Não faço aqui juízo de valor, afinal ele só escreveu após a repercussão pública. Mas ainda assim o texto chama atenção.

Claro que não é fácil ser julgado. Mas ter dignidade para assumir a responsabilidade e corrigir o comportamento é o que nos dá esperança de um futuro para a espécie humana. O resto é desculpa, justificativa, explicação, mea-culpa, alegação, pretexto, lamentação. Também importantes, mas nada como levantar o braço e dizer em alto e bom som: a culpa é minha. Não dá medalha, mas errar acontece muito mais do que acertar. Por isso é importante estar tão preparado quanto.

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