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24 Horas | Episódio 7x24

Muito emocionante essa season finale. Um pouco de ação, verdade, mas todo em cima dos dramas da morte de Jack Bauer. O todo poderoso Bauer agonizando, fraco, rezando de mãos dadas com o muçulmano Gohar. Gostei do conselho que deu a Renee sobre a linha entre o mundo real e o das leis: "Sempre começa com pouco. Antes que perceba, está correndo o mais rápido que pode na direção errada, só para justificar o que fez no início. As leis foram escritas por homens muito mais inteligentes que eu. E no final, sei que estas leis são mais importantes do que 15 pessoas num ônibus."

24 Horas – Episódio 7x24

Sensacional também o rápido confronto com o amigo Tony Almeida. Para ele Jack deixou de ser herói ao permitir que Wilson escapasse com vida. Ele deveria ter continuado o plano de Tony? Sabemos que Wilson é uma espécie de líder desse grupo, mas nada impede de outro assumir o comando. Desmantelar essa conspiração deveria ser o foco ou entregar Wilson à justiça já é suficiente? Bom vê que Renee ficou insatisfeita com essas opções.

Ainda mais emocionante foi a revelação de Olivia como mandante do assassinato de Jones Hodges. A destruição da família da presidente mexeu comigo. Depois de perder o filho assassinado, ter o marido sequestrado e baleado, agora esse problema com a filha. Entregar Olivia à justiça ou encobertar o crime? Difícil demais apontar qualquer saída. A verdade é que qualquer decisão da presidenta teria más conseqüências.

Pois é, acabou a sétima temporada de 24 Horas. Ao contrário do que muitos críticos previam, o seriado está com o fôlego em dia. Conseguiu prender minha atenção por meses. Sem dúvida é a história que acompanho mais de perto. Fico ansioso querendo querendo saber logo o desfecho. Conspirações, bombas, ataques terroristas, hipocrisia política, conflitos éticos, morais, religiosos. Espero que o novo dia amanheça logo.
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Parque Nacional Serra da Capivara | O berço do homem americano


Flickr@danielcbranco Realizei um sonho antigo. Desde que vi o arqueólogo Indiana Jones pela primeira vez no cinema, descobri o que queria ser. A vida acabou me levando pra outro lado, mas a paixão pela história permanece. Um dos meus locais favoritos é o Parque Nacional de Sete Cidades. Já visitei aquele mar de pedras umas 20 vezes.

Mas sempre escutei que Sete Cidades é só um aperitivo perto do Parque Nacional Serra da Capivara. Pelas incontáveis reportagens e documentários que já assisti, dava para perceber que era verdade. E não só por ser patrimônio da humanidade, conhecer a Serra da Capivara é quase uma obrigação para o piauiense.

Comecei a visita pelo Museu do Homem Americano. Infelizmente ele estava em reforma. Tudo está sendo arrumado para o Global Rock Art 2009. Não, não é um festival de música. Falo do congresso de arte rupestre que vai acontecer na Serra da Capivara entre 29 de junho a 3 de julho. Sobrou pouca coisa para ser visto. Uns esqueletos em rituais fúnebres, umas pedrinhas pontudas, ossos da mega-fauna e nada mais.

Depois segui para o Parque, que fica mais ou menos 30 km de São Raimundo Nonato. A Serra da Capivara é um oásis de sítios arqueológicos. As pinturas e gravuras rupestres comprovam a presença do homem há mais de 100 mil anos. São 912 sítios, sendo mais de 600 abertos à visitação. Não dá para conhecer tudo num só dia. Tive que optar pelos sete mais conhecidos.

Muito bacana analisar os desenhos rabiscados há tanto tempo. Cenas que poderiam facilmente virar um filme. Uma pena que muito já se tenha perdido pela ação da natureza e pela mão dos vândalos. Fora o aspecto cultural, a Serra da Capivara também é fantástica pela beleza natural. Segui a trilha para o topo. É uma estradinha íngreme, foi preciso escapar das unhas-de-gato, paus quebrados e tocos.

Quando mais você sobe, mais dá vontade de descer. Parece que não tem fim. São quase 130 metros de altura. Mata fechada. E ainda existem trilhas paralelas para confundir os distraídos. Parei quatro vezes para tomar fôlego. Quando finalmente cheguei à garganta da Serra, olhei pra cima e notei uma escadinha de ferro, tipo essas que existem em torres elétricas. Comecei a subir lentamente.

As pernas tremiam. Parte pelo cansaço da escalada de 20 minutos. Parte pelo medo. Não é fácil olhar para o lado e perceber um gavião planando tão perto. Alguns minutos depois alcancei o topo. Sentei. Tive um princípio de taquicardia. Eu daria tudo por um pouco d’água. Achei conveniente deixar a garrafinha me esperando pelo caminho, mas me arrependi.

Contemplei por alguns minutos a beleza do parque por inteiro. De cima o lugar é ainda mais lindo. Uma ilha de pedras cercada de verde por todos os lados. Muito impressionante mesmo. Olhei em volta e percebi que ainda não tinha alcançado o topo. Caminhei em cima da serra. É muito perigoso. São pedras redondas, grandes e cheias de cascalho. Fui subindo atrás de uma trilha. Meu medo era dá de cara com uma onça. Nesse caso, ou enfrentava o bicho ou me jogava do penhasco. Em ambas eu saia perdendo.

Até que cheguei no lugar que queria: o ponto mais alto da Serra da Capivara. Aos meus pés só o abismo. O sujeito caminhar olhando pra cima corre o risco de despencar. O piso é cheio de irregularidade. Bastou eu me afobar um pouco e acabei caindo. Despenquei ladeira abaixo. Por sorte me agarrei nuns galhos espinhentos e só cortei a mão.

Foi a deixa que eu precisava para descer. Na volta a escadinha de ferro fincada na parede é ainda mais perigosa. Sem coragem para olhar pra baixo, percebi que o ferro já estava bem enferrujado, meus pés lisos na sandália e o vento soprando com força. Demorei o dobro para descer. Embaixo uma constatação: respeite a placa que proíbe cardíacos/sedentários de subir, leve água e use tênis. Desrespeitar qualquer dessas regras vai gerar arrependimento.

Foi uma visita legal. Quero voltar, dessa vez vou fazer todo o percurso de bike e acampar na própria Serra. E se não bastasse a aventura, ainda levei o maior susto. Explorando as cavernas geradas pelo encontro dos grandes paredões, entrei num corredor bem estreito. Foi quando escutei um rosnado surgindo de dentro da caverna.

Fiquei tranquilo. Mas aí a doida da guia gritou que era uma onça e saiu correndo. Entrei em desespero. Olhei para a brecha da caverna e o povo entalado, se arrastando pela brecha. Senti o próprio bafo da onça no meu pescoço. Assim que consegui sair apareceu a "onça". O bicho na verdade era um caititu, espécie de "porco-do-mato". Eu até filmei, pena que tenha ficado tremido.
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Funerária de sonhos

Caco Galhardo

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Um nevoeiro de polêmicas, monstros e surpresas

O Nevoeiro

Nossa, esse blog está entregue às moscas! Vou dá um jeito nisso resenhando um filme bastante polêmico: O Nevoeiro (The Mist, 2007), história de terror baseado num conto de Stephen King. Não conheço os livros desse rapaz, tenho até curiosidade, mas nunca tive a chance. O que chegou pra mim ao longo dos últimos anos foram alguns filmes baseados em suas obras. O primeiro deles é "O Iluminado" (leia a resenha), um dos piores da história do cinema. Depois veio "O Apanhador de Sonhos", cujo monstro escolhia o buraco menos nobre do corpo humano para se alojar. Até que recentemente... Leia mais.
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Lost | Episódio 5x16-17

Meu Deus do céu! Que episódio espetacular. Muito emocionante. O ápice de uma série que parecia em decadência. Pra mim Lost alcançou seu auge!!! Um caldeirão fervilhante cheio de respostas, enigmas e lágrimas. Valeu a pena acompanhar o seriado e não desistir nos momentos de crise. O melhor de tudo é que voltei a sentir frio na barriga por conta dos mistérios.

Lost – Episódio 5x16-17
Lost – Episódio 5x16-17

A season finale centrou-se em Jacob, o dono da ilha. Muito longe do que imaginava para um sujeito tão enigmático. Mas de certa forma é um disfarce perfeito para cruzar o caminho dos losties sem chamar atenção. A abertura do episódio é algo para ser analisado. A conversa entre Jacob e seu amigo não faz o menor sentido. Uma caravela chegando? Jacob o chamou? Tudo irá acabar? Jacob merece morrer?

Lost – Episódio 5x16-17Depois eis que surge diante de nossos olhos uma mega estátua de Seth, deus egípcio da violência, da desordem, da traição, do ciúme, da inveja, do deserto, da guerra, dos animais, das serpentes e (agora) de Lost. Seth é a encarnação do espírito do mal e irmão de Osíris, o deus que trouxe a civilização para o Egito. O engraçado é que nosso Jacob estava discutindo justamente isso no início do episódio. Seu amigo dizia que a civilização é ruim: "Eles chegam, lutam, destroem e corrompem". No Livro dos Mortos, Seth é chamado "O Senhor dos Céus do Norte" e é considerado responsável pelas tempestades e a mudança de tempo.

Seth é, na verdade, a representação do supremo sacrifício em prol da justiça.[1] Pois é... o velho pé de quatro dedos agora tem um corpo. Na mão a estátua carrega Ankh, um símbolo egípcio adotado por diversas culturas ao longo da história. No Ocidente, o Ankh é conhecido como "Cruz Egípcia" ou a "Chave do Nilo (ou da vida)".[2]

Lost – Episódio 5x16-17
Lost – Episódio 5x16-17

No aspecto geral, o Ankh simboliza a imortalidade e o controle sobre o princípio/fim da vida. É esta conotação presente nos templos egípcios, onde faraós e deuses empunhavam o Ankh transmitindo a idéia de possuir poder total sobre a vida. Locke deve carregar uma, com certeza! Em outras representações, o Ankh simboliza indiretamente elementos como a água e o ar.[2]

Por esse começo dava para perceber que o restante do episódio prometia muitas surpresas. E realmente tivemos. Uma dela é o próprio Jacob. Flashbacks mostraram que ele estava presente nos momentos cruciais da vida dos nossos heróis. Kate ainda criança sendo flagrada roubando. Sawyer escrevendo a cartinha para o homem que "assassinou" seus pais. Sayid vendo sua esposa ser atropelada. Locke sendo jogado do prédio por seu pai. Jin e Sun se casando. Hurley saindo da prisão. Jack após sua primeira cirurgia complexa. A menina Juliet sabendo da separação dos pais.

Lost – Episódio 5x16-17
Lost – Episódio 5x16-17

E por falar na loira, gostaria de manifestar minha emoção com as cenas ao lado de Sawyer. Primeiro no reencontro com Rose e Bernard, que deu uma aula sobre a essência de uma vida regrada de amor e devoção. Muito emocionante, principalmente porque a cena é vista a partir dos olhos de Juliet. Em seguida a cena mais emocionante de toda a série: Juliet, prestes a morrer, larga a mão de um Sawyer desesperado. Sensacional, sensacional.

A parte divertida ficou por conta da dupla Locke e Ben, que, aliás, esteve muito legal no papel de cordeirinho. Parece que Locke tinha tudo na mão. De migalha em migalha ele levou Ben exatamente para onde queria. De faca em punho foi só deixar o pequeno órfão fazer aquilo que mais sabe. Impressionante a forma como nosso caçador tomou os rumos da história. Vê-lo morto naquele baú foi só a cereja do bolo. Curiosidade mesmo é imaginar o destino de Juliet e "quem" está chegando. Lost voltou!
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Cartola FC – Escalação da 2ª. Rodada

Pronto, montei o White Castle para a segunda rodada do Cartola FC. No gol coloquei o Victor (GRE). O tricolor dos pampas pega o Atlético/MG fora de casa, é provável que ele venha a trabalhar muito. Nas laterais coloquei Léo Moura (FLA) e Eduardo (BOT), que jogam em casa de devem atacar bastante. Na zaga escalei Daniel Marques (BAR), devido ao bom preço e Bolívar (INT), que recebe o Palmeiras em casa e deve se sair bem.

No meio coloquei Ewerton (BAR) e Ralf (BAR), que vão pegar o desfalcado Fluminense em casa. Escalei também o Airton (FLA) e o Eduardo Costa (SPO). Pra mim Flamengo e São Paulo irão se destacar nessa rodada, por isso escalei atletas que devem fazer parte dos melhores momentos. No ataque chegou a hora de Washington (SPO), que pega o Atlético/PR em casa, e Kléber Pereira (SAN), que joga contra o Goiás. Jogos relativamente bons para a festa dos atacantes. No banco coloquei o Cuca (FLA). Acho que o mengão dá show logo mais contra o Avaí.
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Lost | Episódio 5x15

Disparado esse foi o melhor momento da quinta temporada. A ilha começou a ser destrinchada em miúdos. Tudo isso sem nem precisar recorrer ao "mundo real". Tudo que queríamos saber sempre esteve ali, sob nossos pés. Lost, sob o comando de John Locke, sempre foi mais divertida e misteriosa. É bom vê-lo novamente dutando o ritmo da aventura.

Lost – Episódio 5x15

Sempre fui fã de Locke, é meu personagem favorito. Mas por muito tempo andaram brincando com nosso herói. Desde a implosão da escotilha ele havia se transformado em outra pessoa. Chegaram até a matar o pobre caçador. Mas como Cristo, John ressuscitou, reuniu seu povo e descobriu seu propósito. O bom é que todos - com exceção de Kate - já reconhecem isso.

Lost agora só tem fera: Locke, Richard, Ben, Jack, Sayid, Sawyer. Os personagens secundários estão mais escondidos. Nessa reta final acho que esse é o caminho certo a trilhar. Cada passo é um novo recomeço. O que mais me deixou feliz foi sentir pela primeira vez que as viagens no tempo estão dando certo. O encontro do Locke com seu “eu” do passado foi espantoso.

O seriado então caminha para o começo. Já deu para notar que os criadores de Lost irão apertar o botão rewind e fingir que esses três anos não aconteceram. De certo modo seria a saída perfeita para uma história tão complexa. Por outro, é uma solução pouco criativa, visto que poderíamos discutir o impacto das pesquisas da Iniciativa Dharma e, quem sabe, a chegada de futuros moradores. Extraterrestres, por que não?!
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Cartola FC – 1ª. Rodada

Nesse começo de campeonato o White Castle fez 38,75 pontos. Com isso meu patrimônio agora é 103,85 cartoletas. Muito pouco! Para se ter uma idéia o time "PARANÁ joga 10", primeiro lugar nacional, fez 112,28 pontos! Com isso fiquei em 180.261º no ranking nacional, em 1.176º no estadual e em 60º na municipal. O único lugar que me destaquei foi na Liga Granjeiros, concorrendo com meus amigos Leandro Viana, Carlos Eduardo, Luciano Sales e Emanuel Coutinho. O que não quer dizer muita coisa...

   
   

Agradeço ao zagueiro gremista Réver, que teve uma variação positiva de 8,79 pontos. Outro com boa participação no meu time foi o palmeirense Willians, com crescimento de 4,16. Quem me ajudou também foi o Souza do Grêmio, melhorando em 2,14 o meu patrimônio. Os perebas do meu time foram: Léo Moura, com prejuízo de 4,77 pontos, Rafael Marques, com 3,10 negativos e Juan com queda de 3,07.

O mais engraçado é que não escalei Léo Moura e Juan, mas como os meus titulares não entraram em campo, o sistema jogou a segunda opção de cada posição. Acabei sendo prejudicado. De nada adiantou a caixinha que havia feito. Um dos destaques da rodada foi o goleiro Fábio, do Cruzeiro, que pegou a penalidade do Flamengo. O Cartola FC é legal, mas notei que além da tristeza com a derrota de domingo, agora o sofrimento continua na segunda.
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Prison Break | Episódio 4x20

Sensacional! Uma aula de entretenimento televisivo. Fazia muito tempo que não me divertia tanto com esses loucos de Fox River. Pra mim esse episódio 4x20 marcou a ressurreição de velhos personagens que andavam esquecidos. T-Bag, por exemplo, voltou a ser ele mesmo. Sempre querendo ganhar a confiança dos poderosos e cortar o caminho da pirâmide hierárquica. A cara do safado agarrando a Sara é de arrepiar. Até o apagado Don Self voltou a brilhar com uma participação empolgante. Depois de tanto tempo, enfim descobrimos o motivo dele ter traído Michael.

Prison Break – Episódio 4x20

Michael, que havia adormecido seu "lado MacGyver", voltou a fazer armadilhas mirabolantes. Dessa vez foi uma bomba não-letal com papel higiênico num frigobar! Niiiiice! Lincoln, seu irmão de criação, também esteve bem encarnando Neo e mandando bala nas cenas de ação. No centro de tudo: Christina. A mãe do Michael mostrou que tem a mesma capacidade estratégica do filho, sempre apostando em jogadas surpreendentes. Matar o filho do presidente da Índia e depois ir negociar Cila com o pai é brilhante.

Isso tudo sem contar a "bomba" jogada sobre a China. Já pensou as proporções catastróficas de uma guerra entre Índia e China? Prison Break nos obrigou a pensar um pouco sobre isso. Pena que tamanha inspiração tenha vindo tão tarde, quando a série dá os últimos suspiros antes de morrer. Para fechar bem o episódio Michel está entre seus dois amores: Sara e Lincoln. Quem ele irá abandonar? O próximo episódio realmente promete.
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Cartola FC 2009: todos juntos torcendo pelo White Castle

Começa amanhã o Cartola FC, fantasy game do canal de esportes SporTV. Esse ano eu resolvi montar um time: White Castle. A empolgação vem do bom momento que atravessa no futebol brasileiro, com craques repatriados, times fortalecidos e expectativa de grandes confrontos.

Cartola FC 2009

O jogo aparentemente é simples. No início o participante recebe $ 100 (eles chamam a moeda de cartoletas). Com esse orçamento limitado você deve contratar 11 jogadores e um técnico. O desempenho deles em campo durante as rodadas Brasileirão irá definir sua sorte. Um gol, por exemplo, vale oito pontos. Uma roubada de bola vale 1,7 pontos. E por aí vai.

Como sou novato, resolvi lê muitas dicas e conselhos dos mais experientes. Um das bons conselhos é investir em jogadores dos times que irão pegar adversários mais fracos. Isso porque a chance desses jogadores saírem-se bem é maior.

Até agora achei o Cartola FC muito divertido. Basta navegar um pouco e logo você fica viciado. Eu já mudei meu time umas 15 vezes. Pra essa primeira rodada resolvi seguir o conselho de Newton Fleury, um dos desenvolvedores do jogo. Pra ele o participante tem que ser cauteloso nessas primeiras rodadas e manter dinheiro em caixa.

Contratei o Mano Menezes como técnico e adotei o esquema tático 4-5-1. Meu time é o seguinte: Victor (GOL-GRE), Apodi (LAT-VIT), Joílson (LAT-GRE), Rafael Marques (ZAG-GRE), Réver (ZAG-GRE), Madson (MEI-SAN), Sandro Silva (MEI-PAL), Souza (MEI-GRE), Hamílton (MEI-SCF), Willians (MEI-PAL) e Vandinho (ATA-SCF).

Certo, nenhum do Flamengo. Adoraria botar o Bruno, o Juan, o Léo Moura. Mas eles são caros demais. Além do mais o mengo tem um jogo difícil contra o Cruzeiro no Mineirão. Meu foco são os prêmios. E essa é a melhor parte. O melhor ao final do campeonato leva uma TV 52 polegadas. O ganhador de cada turno uma TV 42 polegadas. Os melhores de cada mês ganham consoles PlayStation 3 e os melhores de cada rodada levam camisas, mochilas e bolas de futebol.

Agora é torcer. White Castle rumo à glória!
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Histórias de OVNIs

Extraterrestres existem? O pesquisadores adoram nos fazer essa pergunta diariamente. Eu gosto muito do assunto, mas o tema abusa rápido. Histórias de OVNIs, documentário do Discovery Channel, diferencia-se por invocar uma nova teoria (pelo menos pra mim): os reptilianos.

Segundo o pesquisador britânico David Icke, os reptilianos nasceram de um cruzamento milenar entre seres extraterrestres e humanos. Os filhos dessa relação bizarra deram início a um plano de implantar uma nova ordem mundial. Seu nome? Illuminati, a mesma do livro "Anjos e Demônios" (leia a resenha).

Eles formaram famílias ricas que alimentam-se de carne humana e estão nos altos escalões dos governos. Esses ETs no controlam. Tudo que acontece no mundo é orquestrado por eles. Entre os reptilianos estariam a Rainha da Inglaterra, George Bush e Tony Blair. Já pensou?! A Rainha é lagarto canibal extraterrestre. O documentário diz ainda que a moda agora não é mais ver homenzinhos verdes e sim lagartos falantes.

No final ainda passou uma breve entrevista com um professor de filosofia de Oxford falando sobre Matrix. Para ele, o filme dos irmãos Wachowski é o melhor exemplo do que ele chama "simulação computadorizada". Para o professor os ETs nos controlam através de uma realidade holográfica. Tudo que estamos vivendo faz parte de um programa. É como se fizéssemos parte de um jogo de PlayStation. Nesse caso, sorria, em alguma galáxia algo pode estar observando você.

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